Nome original do filme: A Big Bold Beautiful Journey
| Aventura, Drama, Fantasia, Romance
David conhece Sarah no casamento de um amigo e os dois acabam descobrindo que alugaram carros na mesma locadora. Quando o carro de Sarah não funciona, o GPS especial de David o orienta a buscá-la, dando início a uma viagem que nenhum dos dois havia planejado.
O GPS conduz os dois até portas misteriosas que dão acesso a lugares ligados às suas lembranças. Sarah revisita experiências relacionadas à mãe e ao pai, enquanto David retorna a momentos de sua adolescência e à relação com os próprios pais. Ao atravessarem essas portas, os dois passam a compartilhar lembranças importantes de suas vidas e a repensar experiências que influenciaram suas escolhas.
1,8 



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Data de lançamento (Brasil): 18 de setembro de 2025
Classificação Indicativa:
Diretor: Kogonada
Roteirista: Seth Reiss
Países de Produção: Irlanda, Estados Unidos
Produtores: John Atwood, Ori Eisen, Gino Falsetto, Ilene Feldman, Dan Friedkin, Ryan Friedkin,
Companhia produtoras: Columbia Pictures, Imperative Entertainment, 30WEST, Original Film, Chapel Place Productions
Clique aqui para nos informar sobre um erro nas informações do filme, plataforma,..Detalhe das avaliações técnicas:
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0 De: Ygor Monroe, 13 de novembro de 2025 - Confira a crítica completa no site Caderno Pop
A sensação final é de um filme bonito e oco. “A Grande Viagem da Sua Vida” é o tipo de produção que acredita ser mais profunda do que realmente é, presa em sua própria contemplação estética e incapaz de sustentar o impacto que imagina causar.
2,5
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De: Leo Barbosa, 2 de outubro de 2025 - Confira a crítica completa no site Cine Set
A obra segue por um rumo esperado de drama e romance como forma de união dos protagonistas, e, ao decidir usar o sentido de “viagem” como jornada de autoavaliação, o filme derrapa ainda mais em não equilibrar os tons e a devida falta de sintonia da dupla principal.
2,0
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De: Kevin Rick, 22 de setembro de 2025 - Confira a crítica completa no site Plano Crítico
É um filme que naufraga nas próprias ambições, transformando um diretor conhecido por sua delicadeza em refém de uma narrativa carregada de exposição e de superficialidades. Entre portas e metáforas, o que resta é um corredor de repetições e uma poesia sem alma.
1,0
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