Romuald Andrzej Klos- Soldado Romano (como Romuald Klos)
Giuseppe Loconsole- Soldado Romano (como Giuseppe Lo Console)
Dario D'Ambrosi- Soldado Romano
Luciano Federico- Homem na Plateia
Domenico Capalbo- Menino (como Omar Capalbo)
Valerio Esposito- Menino
Antonello Iacovone- Menino
Nicola Tagarelli- Menino
Ivan Gaudiano- Menino
Chokri Ben Zagden- Tiago
Roberto Bestazzoni- Malco
Luca De Dominicis- Herodes
Pietro Sarubbi- Barrabás (como Pedro Sarubbi)
Abel Jafri- 2º Oficial do Templo (como Abel Jafry)
Lello Giulivo- Romano Brutal
Emilio De Marchi- Romano Desdenhoso
Roberto Visconti- Romano Sarcástico
Sergio Rubini- Dimas
Francesco Cabras- Gestas
Andrea Refuto- Jesus Jovem (como Andrea Ivan Refuto)
Giovanni Capalbo- Cássio
Matt Patresi- Jano
Sabrina Impacciatore- Seraphia
Daniela Poti- Garotinha
Jarreth J. Merz- Simão de Cirene (como Jarreth Merz)
Noemi Marotta- Mulher
Rossella Longo- Mulher
Davide Marotta- Bebê
Rosalinda Celentano- Satanás
Danilo Di Ruzza- Servo de Pilatos
Vincenzo Monti- Cortesão de Herodes
Danilo Maria Valli- Cortesão de Herodes
Nuot Arquint- Cortesão de Herodes
Abraam Fontana- Cortesão de Herodes
Valerio Isidori- Cortesão de Herodes
Paulo dos Santos- Garoto de Herodes (como Paolo Dos Santos)
Arianna Vitolo- Dama da Corte de Herodes
Gabriella Barbuti- Dama da Corte de Herodes
Ornella Giusto- Dama da Corte de Herodes
Michelle Bonev- Dama da Corte de Herodes
Lucia Stara- Dama da Corte de Herodes
Evelina Meghnagi- Dama da Corte de Herodes
Francis Dokyi- Servo de Herodes (como Francis Dokyi Baffour)
País de Produção: Estados Unidos
Produtores:Bruce Davey, Mel Gibson, Stephen McEveety, Enzo Sisti
Companhia produtora: Icon Productions
Prêmios
Oscars (Academy Awards) 2005:
Melhor Fotografia: Caleb Deschanel (Indicado)
Melhor Trilha Sonora Original: John Debney (Indicado)
Maquiagem: Keith VanderLaan, Christien Tinsley (Indicado)
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Detalhe das avaliações técnicas:
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Críticas e Notas
De: Fernando Campos, 20 de janeiro de 2017 - Confira a crítica completa no site Plano Crítico
Mel Gibson apresenta, não apenas um filme tecnicamente impecável, como também uma obra que transmite algo que muitos não queriam ouvir, o quanto a humanidade pode ser cruel com alguém que só veio propagar a paz.
De: Pablo Villaça, 6 de março de 2004 - Confira a crítica completa no site Cinema Em Cena
E voltamos, portanto, ao grande problema de A Paixão de Cristo: com tantas mensagens relevantes e belas existentes na história de Jesus Cristo, Gibson optou por se concentrar justamente em uma que ignora totalmente a compaixão e o amor – dois sentimentos que, acredito, eram preciosos para alguém que, de acordo com a Bíblia, morreu por nossos pecados.