Nome original do filme: If I Had Legs I'd Kick You
| Comédia, Drama, Suspense
Linda é uma psicoterapeuta que precisa cuidar da filha, que sofre de um distúrbio alimentar e recebe alimentação noturna por meio de uma sonda. Com o marido Charles trabalhando como capitão de navio e ausente por semanas, Linda assume sozinha os cuidados da menina enquanto continua atendendo seus pacientes.
A situação piora quando o teto do apartamento desaba, obrigando Linda e a filha a se mudarem para um motel. Privada de sono e pressionada pelas exigências do tratamento da menina, ela também precisa lidar com pacientes que exigem sua atenção, incluindo Caroline, que abandona o filho recém-nascido durante uma consulta. Ao buscar apoio em seu próprio terapeuta, Linda encontra uma relação cada vez mais difícil, enquanto tenta manter sua vida e seu trabalho sob controle.
4,2 



1,5 




Data de lançamento (Brasil): 1 de janeiro de 2026
Classificação Indicativa:
Diretor: Mary Bronstein
Roteirista: Mary Bronstein
País de Produção: Estados Unidos
Produtores: Tatiana Bears, Margaux Beck, Mary Bronstein, Ronald Bronstein, Eli Bush, Rose Byrne,
Companhia produtoras: A24, Bronxburgh, Central Pictures, Fat City
Detalhe das avaliações técnicas:
1
1
1
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0 Detalhe das avaliações pessoais:
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1
0 De: Bruno Carmelo, 4 de janeiro de 2026 - Confira a crítica completa no site Meio Amargo
Este projeto pode representar uma experiência dura, incômoda, e consciente de sê-lo. Entretanto, poucos dramas representam de maneira tão incisiva a psique de uma pessoa esgotada. (Avaliação original 10/10)
5,0
0
0
De: Felipe Oliveira, 3 de janeiro de 2026 - Confira a crítica completa no site Plano Crítico
Se Eu Tivesse Pernas, Eu te Chutaria funciona pela parceria de Byrne [que] abraça o material — tanto que lhe rendeu o prêmio de melhor atriz no Festival de Berlim 2025 — e trabalha em conjunto com a visão de Bronstein em contar essa história com intensidade, e é graças a essa performance que a narrativa toma forma e espaço para não ser um retrato convencional.
3,5
0
0
De: Renato Marafon, 8 de outubro de 2025 - Confira a crítica completa no site CinePOP
No fim, o que fica é o desconforto. Talvez essa seja a maior virtude do filme. Ele não quer agradar. Quer provocar. E consegue. Que sufoco!
4,0
0
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